I LOVE YOUANI!
É quase uma edição especial.
1.Quem for partidário do twitter como meio de informação,
aconselho não ler o que vem abaixo. Pau Comeu, blog pobre de marrédeci, que não
consegue financiamento nem para vale-transporte, vai meter sua colher na
blogueira cubana. Isso é sopa... mas não cabe num grunhido.
2. Na verdade, ela se chama Yoani, não Yaoni como alguns
grafam. E que isso fique bem claro, pois assim não poderemos dizer que o
apelido dela é Yayá, mas sim Yoyô. O que quase dá no mesmo, ou na
mesma. Então o subtítulo da presente edição, de nº 29, publicada em 07-03-2013,
pode ser: o ioiô de iaiá... ou a iaiá de ioiô...
3.Iaiá, todo
brasileiro sabe, significa o tratamento dado às meninas e às moças, de largo
tempo na escravidão e hoje quase abolido. Meninas e moças filhas dos senhores
de escravos, diga-se de passagem. Sinônimos usuais eram (continuam sendo)
nhanhã e naná. Tais são as palavras de Aurélio, mais conhecido como tio do
Chico. Só que Aurélio não viveu o suficiente para perceber que a escravidão
permanece em Cuba, como afirma a Yoani, escrava que viaja de avião.
4.Ioiô, todo
brasileiro sabe, significa o tratamento que os escravos davam aos senhores.
Sinônimos usuais, nhonhô e nhô. Porém, Tio Aurélio também diz que ioiô significa um brinquedo constituído
de dois discos unidos no centro por um pequeno cilindro no qual se prende um
cordão. Deixando-se cair o ioiô, de
certo modo ele sobe com o impulso, e o cordão se enrola, e assim
sucessivamente, até que termine o impulso inicial.
5.Ela nasceu em Havana, sendo uma das filhas de Juan e
Dolores? No, hija de William and Mary... Yoani conheceu o marido, o
jornalista Reinaldo Escobar, em 1993 e em 1995 e tiveram um filho chamado Juan,
Fulgêncio, Simon? No, his name is Matt...
Em 2002, Yoani decidiu deixar Cuba por razões econômicas e emigrou para
a Suíça, onde descobriu o computador como uma profissão e meio de subsistência.
Entretanto, em 2004 Yoani retornou a Cuba.
Por que voltaste, Yoyô? Porque lá fora não terias nenhum reconhecimento como
jornalista?
4.Yoyô nasceu em 1975. Ou seja, quando seu país era um
puteiro americano, até 1958, ela não era nem sequer uma cogitação de embrião...
Seus pais, William and Mary, cubanos de origem, americanos de convicção e
coração, em momento de raro descuido não batizaram su hija de Marilyn or Julie
or Jennifer... Por que Yoani? Ninguém sabe... Então era uma vez que uma iaiá
virou ioiô....
Creio que em Madame Sánchez cabem os dois apelidos.
Iaiá porque gostaria, quem sabe, de ser filha
de senhor de... Ioiô porque não
passa de um abjeto objeto manipulado pelo dedo médio da mão direita do todo
poderoso em crise terminal, chamado Pai de Todos, ou para os macaquinhos
amestrados... Tio Sam.
6.Burrice é um atributo democrático, sim.
Ao dar muito “cartaz” à blogueira cubana, a parte menos
esclarecida da esquerda brasileira justificou os investimentos financeiros na
imagem daquela dissidente que reclama da ditadura em seu país, mas vive vida de
patricinha, viajando e ganhando em dólares, euros, reais e quetais. Vai acabar
tema de samba de enredo na escola de samba qual? Aposto na Nenê da Vila
Matilde, acho que combina mais com ela... no Rio não faria sucesso, pois não
samba no pé...
7.Pau Comeu não fará alusão às perguntas que madame Sánchez
não respondeu, pois ela não está viajando para isso.
Apenas fará um roteiro que ela nunca cumprirá, pois não veio
ao mundo para isso.
Se veio ao Brasil para condenar seu país, certamente não foi
pelo fato de lá imperar a prostituição. Nem pelo fato de lá imperar o
analfabetismo. Nem pelo fato de lá a saúde pública não existir.
Veio ao Brasil para atender aos apelos da massa cheirosa que
acha que vai ganhar eleição com as palavras da Grande Imprensa Brasileira, que
é grande no nome, mas ínfima na inteligência...
8.Em seu roteiro, faltou visitar, nas capitais brasileiras,
crianças dormindo ao relento, isso sim seria uma novidade para Madame Yoani...
Ou alguns puteiros classe A, fartos em seu país antes de banidos por Che, Fidel
e outros guerrilheiros certamente não-mercenários... Ou quem sabe... alguns
hospitais maravilhosos onde se escolhem pessoas para morrer em fila indiana
como num corredor da morte típico de prisões norte-americanas... Enfim, um
tantão de coisa que não tem lá mas tem aqui...
9.O diretor-presidente da Fundação Pau Comeu, o locutor que
vos fala, adora, quando possível e verdadeiro, citar coisas que viveu ou
presenciou ou quase ficou sabendo... Entre 1975 e 1978 conheceu, de passagem,
em BH, como colega de empresa, um cidadão chamado José Di Grisolia. E fica à
vontade para citá-lo como exemplo, pois não era seu amigo e, portanto, não
tinha razões outras que não os fatos... Trata-se de um cidadão que sofreu um
sério acidente automobilístico, por volta de 1986...
Procurei na internet... e achei! Tudo se acha na internet,
até Madame Yoani...
10.Uma matéria do jornalista mineiro Márcio Facundes,
intitulada “Uma vida de superação”, segue como exemplo para que Madame
Yayá/Yoiô tenha uma ideia de como funciona o Setor de Saúde do seu país, por
acaso chamado Cuba. Com a palavra, Fagundes:
¨(...)
Há exatos
25 anos, num Dia de Natal, como o de hoje, um Fiat Uno 147, que transportava
três membros de uma mesma família, entrou debaixo de uma jamanta próximo a
Joaíma, no Norte de Minas. Dentro do carro iam o filho Daniel (1 ano e sete meses), a esposa Janine (25 anos)
e o motorista e pai José
Di Grisolia (34 anos). Na tentativa de ultrapassar dois
caminhões a carreta se atirou na pista contrária. O choque foi frontal. Mãe e
filho morreram na hora. Coberto com
jornal, pois também considerado morto, na hora da retirada dos destroços o
socorro notou que o coração de Grisolia
ainda batia. Seu estado era gravíssimo. Seu corpo esmigalhado registrava mais
de uma centena de fraturas."
"(...)
Ele foi
levado para o hospital de Teófilo Otoni, de poucos recursos médicos. O casal Latife e Francelino Pereira considerava-o um
filho adotivo. Providenciou um
avião para buscar o desenganado. O motorista veio em coma para a capital. Neste
estado permaneceu por mais de dois anos. Um dia, ele recobrou a consciência.
Acordou para surpresa de médicos e enfermeiros. Imediatamente, o corpo clínico
se aproximou e disse-lhe na lata que tinha duas más notícias para dar-lhe. A
primeira, que perdera mulher e filho; a segunda, que nunca mais andaria."
"(...)
De maca,
peregrinou por hospitais no Rio, São Paulo e Brasília. Visitou em vão seis
países da Europa, Rússia, Israel e 16 clínicas nos EUA. Em Israel, inclusive,
ouviu a recomendação para que encerrasse o turismo de saúde, pois seu estado de tetraplégico era irreversível."
"(...)
Em 1988,
contudo, Grisolia visitou o médium Chico Xavier, em
Uberaba. Emanuel lhe disse na ocasião: “Você não vai
ser curado nestas terras grandes que a gente vive. Você será preparado para sua
grande cura em terras pequenas cercadas pela água. Esta voz que te fala não vai
ver o andarilho caminhar. Vai haver grande alegria e felicidade do povo”, informou-lhe
o espírito. Poucos depois, Chico
Xavier morreu."
"(...)
O mineiro se submeteu a cirurgia com o médium Palmelo, em
Goiás. Incorporado do médico alemão, Ricardo
Aduane, ele ouviu a repetição da mesma frase: “Você não vai ser
curado nestas terras grandes, mas em terras pequenas cercadas de água”.
"(...)
em BH, o médico ortopedista José Loredo Filho pediu-lhe
autorização para enviar seu diagnóstico para Havana, onde estivera em visita,
pois o Brasil reatara relações diplomáticas com Cuba."
"(...)
Dois anos depois, após cinco cirurgias, acionou os primeiros
dedos de uma das mãos. Eram oito horas diárias de fisioterapia. “Quase quatro
anos depois comecei a andar”, recordou. Como um robô, ainda se lembra, tinha o
corpo cravejado de fixadores externos nos braços, pernas e tronco. “Fiquei
internado 15 anos no hospital”, lembrou. Por companheiros no “cubículo”,
pacientes de Jerusalém, Tachiquistão, Benin, Toronto e Sri Lanka. Ele se
exercitava na hidroterapia com os maiores atletas olímpicos de Cuba, como Juantorema, no
Instituto de Medicina Esportiva.”
Quando conheceu Fidel,
“(...) pos a mão sobre a farda verde do Comandante na altura do
coração. “Gostaria de deixar depositado aqui uma lágrima para expressar o que
tenho de mais puro para oferecer ao povo de Cuba por me fazer caminhar”, disse Grisolia. Cuba
inteira assistiu ao encontro. O brasileiro tornou-se popular. Era o menino de
“Fifo”, apelido carinhoso de Fidel.
Por conta de seu drama, virou personagem de documentários francês e cubano
premiados pelo mundo. “Nasci em um país capitalista, pautado na sociedade de
consumo. Vi na nação socialista o objetivo primeiro de valorizar o homem, o
social”, analisou.”
11.Ao desejar boas
vindas à Madame Yaoni, Pau Comeu dedica-lhe esta edição... e um conselho:
Se a medicina cubana foi capaz de
colar os cacos do Grisolia, a odontologia cubana
será capaz de colocar aquele seu dente que está faltando... aquele dente da frente, Madame Yoani Sánchez Cordero
Maria, filha de William e Mary Eumelia Sánchez
Cordero....
The end.
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