terça-feira, 23 de dezembro de 2014

EDIÇÃO Nº 105: CUBALANÇANDO




 


O Autor, depois da volta de férias de aposentado, diferentes porque não causam euforia no início nem depressão no fim, depara-se com um quadro de política internacional no mínimo sui generis.

Não é que o “socialista moreno” Barak Obama resolveu tentar justificar seu Prêmio Nobel, com uma proposta de Paz?
E, de repente, não mais que de repente, resolve admitir que seu país, depois de inumeráveis cagadas diplomáticas e agressivas em relação aos direitos dos outros países, proclama que aquela ilhazinha sua vizinha que ameaçava a paz mundial com seus médicos sem fronteiras pode ser tratada de uma maneira mais civilizada...

Aguardemos o desenrolar dos fatos, e aproveitando o espírito natalino, imaginemos que a estupidez terá fim...
Como sempre, com um pé atrás, pois Pau Comeu desconfia que Papai Noel foi uma criação de Judas  para avacalhar o aniversário daquele a quem traiu por 30 dinheiros... 

23-12-2014


MUDANDO O RUMO DA PROSA

Pau Comeu proclama sua fadiga em tratar predominantemente de política, daí que pede emprestado a quem tem mais talento algumas contribuições literárias para dar um “brilho” diferente ao veículo...
É o caso de Eduardo Galeano, a seguir.


GALEANO EM 4 CANTOS

Mensagens escritas (*) por diversas gerações, ao longo de muitos anos, nos ex-votos em  igrejas do México:

“A Sra. Margarita Canales de Gutiérrez dá graças à Virgem Nossa Senhora de Guadalupe, porque no dia 10 de janeiro de 1914 as tropas de Pancho Villa entraram em Ojinaga e violaram sua irmã e ela não.”

Dou graças ao Santo Menino porque tenho três irmãs e sou a mais feia e me casei primeiro.”

EDUEDEDUAR




Dou graças ao Divino Rosto de Acapulco porque matei meu marido e não me fizeram nada. Rosa Perea.”




Infinitas graças dou à Virgenzinha das Dores porque ontem à noite minha mulher fugiu com meu compadre Anselmo e assim ele vai pagar por todas as coisas que me fez.”
(*) Do livro “O teatro do bem e do mal”, de Eduardo Galeano.



BOOMERANG DO PLAYBOY


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Perdi a eleição para uma organização criminosa”.
Aécio Neves, candidato “vitorioso”
às eleições presidenciais de 2014,
em entrevista ao ex-entrevistador Roberto
D’Ávila, atual “avassalariado” dos Irmãos Marinho,
herdeiros da Rede Globo de Sonegação
de Impostos e Manipulação de Informações.

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Nós, mineiros, fomos governados por uma organização criminosa, formada por tucanos e adjacentes, durante os últimos doze anos, e continuamos à espera da Liberdade de Imprensa e da atenção da Justiça, para que os criminosos sejam julgados e presos. De organização criminosa ele entende...
Pau Comeu, colocando os pingos nos is
e o nariz na fedentina tucana.


GALEANO EM UMA FRASE

Do livro “As palavras andantes”, de Eduardo Galeano.

Escritas nas paredes mexicanas as seguintes letras:

Salário mínimo para o presidente, para ver o que ele sente.”


DICIONÁRIO DE TUCANÊS

Maioria
foi o que obteve Aécio Neves (51 milhões) contra Dilma Rousseff (54 milhões) na contagem de votos para presidência da república, em 2014.

Liberdade de Imprensa1
é o direito de assassinar reputações, promover chantagens e meter o pau no governo adversário, escondendo ao máximo o que foi feito de positivo, dizendo que o que foi feito de positivo foi negativo. Isso tudo sendo subvencionado com gordas fatias do dinheiro público, que permite a aplicação do direito de assassinar reputações, promover chantagens e etc. e tal.

Liberdade de Imprensa2
é o direito, com que foram investidos os equilibrados jornalistas Merval Pereira, Arnaldo Jabor, Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e congêneres adjacentes, de babarem ódios sobre os inimigos que os derrotaram.

Liberdade de Imprensa3
é a Folha de São Paulo, cujo endereço encontra-se no estado de São Paulo, não noticiar que ia faltar água nas torneiras antes das eleições para governador e presidente. Em São Paulo não há racionamento. O que existe é “economia fixa de água”. Falta d’água, jamais...


REMEMBERANDO TANCREDO NEVES

“ Um louco não é um problema.
Em Minas, há muitos loucos.
Nascem loucos, são meninos louquinhos, crescem, casam, têm filhos e morrem.
Sempre loucos.
Um louco não é um problema.
Um louco só é problema quando assume o poder. "
Tancredo Neves, Por Sérgio Saraiva,

Pau Comeu comenta, pois não agüenta, com trema: foi por pouco, desta vez...


BOAS FESTAS

Pau Comeu deseja aos leitores, aos parentes dos leitores e aos amigos dos leitores, um Natal em Paz e um “Reveillon” em Esperança.
Dias melhores virão!


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